Meu presente é um papel branco,
escrevo beijos e abraços,
Em uma história que começou “no fim da linha”.
Numa tarde cinza e barulhenta,
eu via surgir seu aceno e minhas pernas ia seguindo no mesmo ritmo.
Alguns goles de rum e outros de alegria.
Eu me sinto bem em sua companhia.
O vento tira a gente do caminho,
com a pressa de beija-flor.
À força, sem perguntar opinião.
O vento que muda a brisa,
empurra lágrimas que ainda escorrem.
É sempre o vento que atropela os desejos e os medos,
que esbarra em nossa solidão.
Não dando passagem, nem tempo de escolher.
E de repente nos encontramos em outro caminho,
em outro colo, embaraçado, confuso.
E então esse vento se acalma,
e vai deixando os dias normais,
os colos aconchegantes e serenos.
O sol reaparece e surgem novos medos.
A estrada agora parece longa,
e sem nenhuma nuvem atrapalhando a visão.
E assim seguem esses novos dias, nesses novos colos,
até que os ventos voltem e mudem os rumos novamente.
escrevo beijos e abraços,
Em uma história que começou “no fim da linha”.
Numa tarde cinza e barulhenta,
eu via surgir seu aceno e minhas pernas ia seguindo no mesmo ritmo.
Alguns goles de rum e outros de alegria.
Eu me sinto bem em sua companhia.
O vento tira a gente do caminho,
com a pressa de beija-flor.
À força, sem perguntar opinião.
O vento que muda a brisa,
empurra lágrimas que ainda escorrem.
É sempre o vento que atropela os desejos e os medos,
que esbarra em nossa solidão.
Não dando passagem, nem tempo de escolher.
E de repente nos encontramos em outro caminho,
em outro colo, embaraçado, confuso.
E então esse vento se acalma,
e vai deixando os dias normais,
os colos aconchegantes e serenos.
O sol reaparece e surgem novos medos.
A estrada agora parece longa,
e sem nenhuma nuvem atrapalhando a visão.
E assim seguem esses novos dias, nesses novos colos,
até que os ventos voltem e mudem os rumos novamente.
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